segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Crônica da Miriã - A vida da gente


Vida...
                Palavra tão pequena, mas com um significado tão grande.Um significado de anos de distância. Mas nem para todos.
                Uns tem uma vida longa, mas sem história pra contar. Já outros viveram pouco , mas aproveitaram bem , e o pouco virou muito.
                Mas a vida é muito passageira, porque quando menos esperamos, não sentimos mais nada. E assim tudo se apaga. Para morrer basta estar vivo. Essa é a visão que temos de nos mesmos.
                Mas olhando de fora, como e triste. Alguém que amamos muito e que esta sempre do nosso lado simplesmente um dia não esta mais ali. Tudo parece tão esquisito e sem explicação. Sentimos muita falta, mas às vezes não sabemos expressar, e se acostumar com o fato e a melhor maneira de aprender a conviver com isso.
                 Por isso temos que aproveitar a vida, mas não tentar viver mais tempo, mas sim, aproveitar todo o tempo que tivermos vida. Porque ela acaba sem avisar e nunca vamos saber como será o dia de amanhã. Pois e melhor se arrepender de ter feito do que nunca ter tentado.

Crônica da Milene - A mulher misteriosa


Num reino muito distante veio um rei que era casado com uma mulher que era muito misteriosa, quando ela ficou grávida, ela estava esperando dois bebês. O seu marido disse: Eu espero muito por um filho homem para continuar a comandar o seu reino.
No dia do nascimento o primeiro bebê que nasceu era uma menina, o rei ficou muito triste, mais um minuto depois um menino que o rei esperava. Alguns anos passaram e menino ficou doente, sua mãe curou, ela tinha poderes, rei ficou assustado ficou assustado e mandou ela sair do castelo, ela pediu para levar os filhos e ele disse que , ela só poderia levar a menina.
O rei mandou levar a menina para longe com medo com o que poderia acontecer. Passaram alguns anos ele se tornou um homem, seu pai estava muito doente quando ele voltou para o reino.  Estava destruído o reino, não tinha plantações, diziam que era rainha vermelho tinha um exército de bruxas  que sugavam a energia das plantações para ficar ela ficar forte.
O Rei morreu e seu filho se tornou rei e começou caçar as bruxas e  seu exército. Para sua surpresa descobriu que a rainha vermelha era sua mãe, ela falou que poderia se juntar a ela para comandar o mundo como os poderes que ela poderia oferecer.
Ele disse que não queria matar ela, mas não poderia deixar todas as pessoas do reino correr risco de vida, então decidiram ele e sua irmã se ajudarem para conseguir matar a rainha vermelha. Juntos eles conseguiram e o reino ficou salvo dela e tudo voltou ao normal.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Crônica selecionada por Carlos Henrique - Derrubando preconceitos

Mulher negra, pobre, nordestina, divorciada e com cabelo com tranças rastafari vermelho. Não foi fácil o caminho trilhado pela juíza Luislinda Valois dos Santos, 69 anos, nascida na Bahia – primeira magistrada negra do país. Mesmo tendo nascido em um Estado predominantemente de população negra, ela enfrentou muitos preconceitos e teve que começar a carreira jurídica no Paraná, onde não foi discriminada.

Já foi confundida com assaltante, sofreu hostilidade de colegas de carreira jurídica e até hoje não conseguiu ser promovida a Desembargadora no seu Estado.

Aos 9 anos, na escola, Luislinda ouviu de um professor o que poderia ser a sua sentença de vida. 'Vá aprender a fazer feijoada na casa de uma branca que você vai ser mais feliz', disse o professor à estudante que não tinha o material escolar solicitado por ele.

A menina saiu correndo da sala de aula, mas depois, já recomposta, voltou e respondeu: 'professor, não vou aprender a fazer feijoada, não. Vou estudar para ser juíza e quando crescer vou te prender' – disse a aluna humilhada.

Foi assim que nasceu o sonho de ser magistrada. A promessa foi cumprida: ela conseguiu concluir o curso de Direito, seguiu estudando e se tornou juíza.

Luislinda retornou à escola, mas não prendeu o professor racista. A história de vida da magistrada negra foi contada por ela, durante o IV Congresso Estadual dos Servidores do Judiciário, promovido pelo sindicato da categoria (Sindjus-RS) realizado neste final de semana em Porto Alegre.

Durante o evento, a magistrada falou das dificuldades enfrentadas por ela dentro do judiciário. 'É o poder menos democrático. Não evoluiu em termos de democracia que vivenciamos hoje no Brasil. Há uma orquestração de inclusão no Brasil, mas isso não aconteceu no judiciário'.

Ser uma magistrada não blindou a juíza de continuar sofrendo preconceito racial.

Crônica da Gisele Ribeiro O amor...


      Nada é impossível se o amor é verdadeiro, não existe idade... para amar de verdade, não importa quão seja a diferença, nós não mandamos em nosso coração e muito menos em nossos sentimentos.
      O amor é aquilo que tudo que um sente o outro também sente, não importa quão seja a dor, o amor supera isso e tudo o que mais esteja por vir...
O amor é movido pela confiança, pelo jeito de ser...
O amor é todo aquele sentimento lindo que se houve tanto falar, mas também tem a parte que machuca, mas basta saber controlá-lo para ele sobreviver, não basta dizer que existe amor se não ter provas disto, as provas estão nos gestos e não apenas falar.
       O amor evoluiu aos poucos se souber como utilizá-lo sem apenas falar e não agir...
       Ele é muito complexo, difícil de desvendar, entender, ele machuca de mais quando não verdadeiro.
Ele é aquele que com o tempo supera tudo, até mesmo a distância... Ele é frágil de mais para dizer que não é verdadeiro, não diga apenas que existe amor, mas vá agir que isso é a prova de quem merece um sentimento verdadeiro...
        Você só tem que aprender que quando ele existe é pra valer e não brinque com ninguém.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Crônica da Dsindry Ferreira


                                                   Meu Sonho

    Eu não fico em mim o tempo todo, também já não é tão divertido sonhar.
    Mesmo assim cultivo um sonho que ninguém conhece, um sonho secreto e anônimo.
    Cultivo um sonho e agora tenho medo.
    Medo desse sonho não se tornar realidade?
    Não sei dizer. Talvez tivesse medo, pois sonhar, às vezes, se torna impossível. Impossível, pois a realidade me consome.
    Mas mesmo nesses momentos eu me escoro na esperança. Esperança que tantas vezes é ilusória, mas que sempre nos sustenta.
    Escorada na mesma esperança ilusória que um dia vou me tornar feliz. Mas do que eu tenho esperança? Que algo um dia suma, desapareça da minha mente, suma levando toda uma teia de tristeza a qual se formou lentamente durante anos até me derrubar.
    De qualquer forma não cheguei ao fundo do poço, (pelo menos eu acho) (será que não?) ainda, pois não tive os pulsos cortados.

Crônica da Yris


A esperança de um grande amor
            
            Em uma doce tarde de verão, em que as flores vibravam, os pássaros cantavam, as pessoas trabalhavam felizes com a vida, tudo estava perfeito, ou melhor, quase perfeito. Sentada em um degrau úmido e gelado, lá estava eu escutando uma música triste que falava de um amor impossível, de dois corações apaixonados, mas o preconceito os fez impedir de serem felizes.
Eu, ouvindo aquela triste história de amor, comecei a me fechar, meus olhos encheram-se de água, o pouco de sorriso que ainda me existia, desapareceu, meu corpo foi sem direção, pela primeira vez na minha vida, senti que aquela história tinha tudo há ver comigo, pois ela me comoveu de um jeito inexplicado.
            Minha mãe sentou-se do meu lado e sem falar nada, apenas me abraçou com o calor de seus braços eu podia sentir a segurança e tranquilidade dentro de mim, pois o seu abraço me fez ter a esperança de um dia poder trazer o meu amor verdadeiro para perto de mim sem que ninguém possa interromper este grande amor. Continuo sonhando com esse amor que um dia virá ao meu encontro...