segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Crônica da Dominique G. Pires - O Pouco De Mim!

    Bom o meu dia-a-dia é,muito cansativo pois vou para a escola e solto, vou para o trabalho,solto do trabalho e vou para a casa de manhã,só tenho tempo só pela a manhã, às vezes é meio cansativo,mais até que vale a pena,na minha folga no fim da semana vou para a casa do namorado e depois vou na casa da minha amiga.
      Antes quando eu não trabalhava eu chegava da escola ,saia para a rua ,ou ia para a net as minhas notas eram muito ruim e agora que estou trabalhando as notas estão melhorando para melhor .
      O esporte que eu gosto de fazer é jogar futebol,no verão do ano passado as minhas férias foi so futebol pois agora eu nem tenho mais tempo .Agora para mim é so colégio e trabalho e fim da semana curtir com o povo...

Crônica da Juliana Oliveria - A vida ...



    Você já se sentiu sozinho(a) algumas vezes, solitário,chorou sem saber o sentido daquela lágrima, gritou por coisas que não conseguiu,se emocionou por algumas palavras ou já se isolou do mundo para dar um tempo para a mente e foi fantasioso por muitas vezes
sem ainda conhecer a realidade verdadeira .
     Você já ouviu diversas vezes aquela frase "Era uma vez" de um livro que falava de "Felizes para sempre" príncipes eprincesas e vai até uma certa idade acreditando no tal "Feliz para sempre" .
      Chega um momento que você deve amadurecere ver a realidade de verdade e aprender que nada do conto de fadas não existe,e que poucos casais vivem para sempre juntos.
      Você já ouviu músicas falando sobre diversas coisas e chorou pensando em alguém e tirando frases das musicasfalando sobre o que você não consegue dizer a alguém.
      Você já tentou mostrar um mundo para alguém que pode ser realmente verdadeiro ?
Aprendi isso tudo com o tempo que vivi e vou assim tentando ensinar ... Tive derrotas,perdoei,me machuquei e também me magoei ... e mesmo assim nada fez eu deixar de ser quem sou,dei diversas chances a pessoas que não mereciam para ver se elas poderiam mais.
       Mas chega um dia que você olha para dentro de si mesmo e diz "Chega" e começa um novo percurso e sai por aí a procura da verdade.
       Mas uma coisa eu aprendi: A dar chances ao meu coração e dar chances as pessoas se elas merecem.

Crônica da Francine Lima - Jogo


           
Nada nesse mundo poderia me deixar mais sem reação do que aquele momento. O único pensamento que consegui formular ao ouvir o pé da mesa sendo arrastado pelo carpete desgastado e o frio que senti quando o toquei com a perna foi “nós não deveríamos nem mesmo ter começado essa coisa.”
 Sempre tive curiosidade em participar de uma sessão do hoje bem popular “jogo do copo”, mas nunca tinha conseguido reunir vontade o suficiente para procurar alguém que costumasse fazer esse tipo de coisa. Quando conheci Jéssica, a nova vizinha, e depois de trocar algumas palavras sobre o assunto, sabia que seria ela a pessoa que me mostraria a brincadeira.  Ela se mostrou bem interessada quando eu contei para ela a minha idéia e disse para aparecer em sua casa num fim de tarde qualquer.
  No dia em que resolvi ir até sua casa para jogarmos, ela me levou até o seu quarto, onde disse que costumava ouvir sons estranhos à noite e que às vezes não a deixavam dormir, já que a casa era bem velha e ela morava ali há pouco tempo. Ela havia acendido algumas velas e colocado um esboço tosco de um tabuleiro feito em folha de ofício e um copo de vidro qualquer na mesinha de centro. Assim que nos sentamos ela apagou a luz e o ambiente se encheu da mais completa escuridão, deixando à vista apenas o tabuleiro, que agora era iluminado por uma fraca luz alaranjada. Contrariando o começo desse relato, na hora eu estava bastante excitada e posso dizer que também me mostrava um tanto cética para com tudo aquilo, já que nunca tinha passado por nada de muito extraordinário em minha vida.
Sem muita cerimônia, Jéssica me disse como começar o jogo e assim que havíamos começado ela começou uma série de perguntas:
-Tem alguém aí?
Eu sentia o copo vibrar sob o meu dedo e se arrastar por cada letra do tabuleiro, mas ainda assim acreditava que talvez fosse apenas Jéssica com algum truque ou brincadeira, querendo parecer interessante para uma garota da sua nova vizinhança. Três vezes o copo rolou sobre o tabuleiro, e depois trouxe nossos dedos gentilmente para o centro, com um tom quase de complacência.
“S-I-M.”
Jéssica perguntou novamente:
- Por que você está nessa casa?
Tenho a impressão de que a pergunta soou um pouco seca vinda de Jéssica, como se ela não estivesse à vontade com a brincadeira que costumava tratar com tanta naturalidade. Respondendo a sua maneira de falar, o copo agora pareceu mais pesado ao deslizar pelo tabuleiro, dando algumas travadas no meio do caminho,
“D-I-V-E-R-T-I-R.”
Foi aí que eu cometi meu erro. Deveria simplesmente ter ficado quieta e tentado aprender a maneira de Jéssica ao fazer perguntas, mas aquilo me soou tão simpático que acabei dizendo em voz alta:
-Quem você quer divertir, a gente?
Dessa vez eu pude sentir o copo realmente forçar nossas mãos ao deslizar pelo tabuleiro com uma precisão assustadora.
“E-U.”
Essa foi a hora em que eu senti a mesa tremer e bater de leve no meu pé, e foi nessa hora que eu senti aquele frio descendo pelas paredes do quarto. Eu simplesmente não sabia o que fazer naquele momento, mal podia encarar a expressão de espanto e de reprovação que estava agora estampada nas feições de minha nova vizinha. A única coisa que consegui fazer naquele momento foi ouvir o sussurro que vinha de sua boca e que confirmava o medo que ela estava sentindo naquele momento.
- Vamos encerrar o jogo.
E, para meu espanto, eu vi o copo deslizar três vezes novamente pelo tabuleiro, como para selar aquilo da maneira que havíamos começado. Só que desta vez nossos dedos não se encontravam sobre ele.
“N-Ã-O.”
O frio que eu sentia vindo das paredes do quarto de repente concentrou-se todo em nossa volta, e uma lufada de ar vinda de algum lugar que nunca saberei consumiu a chama da vela. Nesse momento criei forças para me levantar, esmurrar a porto e sair atônita daquele lugar. Nunca mais tive curiosidade de jogar o “jogo do copo”,e duvido que um dia volte a ter.

Crônica do Rafael Beskow - Cotidiano


           
Saiu uma correção nova pro Windows!
- Nova ?
- É! Porque? Não é tão nova assim a correção ?
- Não! a correção pode até ser, mas correções 
não são mais novidades.
- Como não! É nova! Então você já atualizou?
- Não!
- Então, não te entendo!
- Quanto tempo vc usa computador ?
- Consertando, ou só pra jogar ?
- Tudo !
- Um ano, mas agora que tô aprendendo a corrigir os erros...
o quefazer os backups, passar anti-vírus...
- Ah! Claro, fez o que no final de semana?
- Reinstalei meu computador! você precisava ver como ficou rápido!
- Ah sei...
- Já viu os novos recursos deste último sistema?
- Não!
- E a compatibilidade com...
- Ei, quem ganhou o último Grêmio
- Eu não pude assistir.
- Como não? Você Não conheço tricolor igual!
- Tava na casa do Beto!
- Churrasco?
- Não, fui copiar uns cd´s!
- Arra! Tô indo cortar o cabelo.

Crônica da Daiane Campello - Arrependimento


Tudo começou na sua infância quando muito pequena já fazia coisas super erradas.
Começou tentando matar seu irmão num belo dia ensolarado quando ela seu irmão e seus primos estavam brincando no quarto e ele a chamou de coisas horrriveis na frente de seus primos.A menina muito revoltada não falou nada apenas chorou e chorou por muito tempo enquanto os outros já tinham ido para a rua brincar e se divertir.
O seu irmão com sede resolveu voltar para dentro de casa para beber água e ela com muita raiva se levantou e observou o que havia em sua volta só avistou uma faca grande e foi isso mesmo que ela pegou e correu para a cozinha e perto do seu irmão ela pos na sua garganta ele ficou assustado e muito nervoso e com isso começou a dizer: "Não faz isso mana por favor para eu não te provoquei querendo." A menina não o escutou e ameaçou a cortar seu pescoço o menino rapidamente tirou a faca do seu pescoço e saiu correndo ela foi atrás , porém não conseguiu alcançar seu irmão, então voltou para casa.
Até hoje ela se arrepende e se pergunta Por que fez aquilo com ele.

Crônica da Gabriela Ortiz - Amor e atitudes em jogo

 Em um colégio do centro da cidade, estudava uma bela menina chamada Laura.
  Quando Laura começou a estudar nesse colégio, ela conheceu um menino chamado Henrique. Os dois eram colegas de turma e se tornaram muito amigos.
  Ao passar dos tempos, eles estavam sempre juntos conversando, tanto no colégio, como por MSN.
  Laura nesse meio tempo de convivência com Henrique, começou a sentir um sentimento diferente por ele, algo mais forte que um simples sentimento de amigos. Mas Laura tinha namorado.
  O tempo passou e Laura resolveu terminar com seu namorado,por estar confusa sobre seus sentimentos. E ela acabou descobrindo que esse sentimento que sentia por seu colega,Henrique,era amor.
  Laura então começou a demonstrar mais esse sentimento ,nas conversas com ele .E descobriu que ele também gostava muito dela.
  Eles dois começaram a se gostarem de verdade, e a se tratarem de modo diferente.Pelo MSN eles mostravam se amarem muito,mas pessoalmente era diferente,porque Henrique era muito tímido e não chegava muito perto de Laura, por vergonha dos outros verem e rirem.
  Laura, percebeu essa distância,mas não falou nada ,por achar que ele não a amava de verdade e essa era a razão dele estar se distanciando.
   Laura decidiu tentar esquecer Henrique,porque ela achava que só iria sair “ferida” em tudo isso.
   Ele viu a distância dela e achou que era ela que não o ama,e resolveu se distanciar também.
   Eles sempre quiseram perguntar um para o outro, o porque um “iludiu” o outro e acabo nisso.Mas a falta de atitude “não deixou” eles tirarem essa dúvida.
   Então voltaram a ser amigos como antes,mas com um sentimento à mais sem ser demonstrado,por falta de atitude e por pensar mais no que os outros pensam,do que em sua própria felicidade.
   E ficou por isso mesmo, um amando o outro de longe, sem ninguém saber.

Crônica do Vitor Tavares - Chuva de verão




           Deitado no sofá, olhando pela janela, eu a vejo vindo, tapando o brilhante sol, deixando a paisagem cinza. Admiro o show de gotas caindo, e ao olhar para o céu, milhares de pensamentos tomam conta da minha cabeça.
 O tom escuro me trás lembranças ruins, lembranças tristes, problemas, essas coisas.Passado algum tempo, vai embora, as nuvens escuras somem, assim como as lembranças, ao ver o arco-íris formado pela chuva,me faz acreditar que tudo passa, assim como a chuva de verão, e que sempre a uma luz para nos iluminar.